• Equipe Elefante Marinho

Empresário vende Orlando City e reinveste em educação

Fundador da Wise Up volta a investir no mercado da educação.

Após vender o time Orlando City por R$ 2 bilhões, Flavio Augusto se afasta do futebol. Para quem achou que ele iria investir em times brasileiros, fundador da Wise Up diz que infelizmente o modelo do futebol brasileiro inviabiliza investimentos. O objetivo é se concentrar novamente e totalmente no mercado de educação. O carro chefe é a empresa que o mesmo criou e revolucionou a forma de ensinar inglês no Brasil, de uma forma mais ágil, descontraída e de situações cotidianas, muito diferente que as propostas das escolas tradicionais.


Para o famoso empresário Flavio Augusto da Silva, fundador da rede de escolas de inglês Wise Up, que vendeu em maio seu time da liga americana, o Orlando City, o futebol é um excelente negócio, desde que o investimento não seja em clubes brasileiros. Ele afirma que o problema não está na qualidade do futebol jogado no país ou de seu potencial de crescimento, e sim no modelo.

“Os clubes são associações e, portanto, entidades políticas”, diz o empresário. “Seria maravilhoso poder comprar o Flamengo, mas não é possível.”

Flávio entrou no mercado do futebol em 2013, quando adquiriu a franquia Orlando City da liga americana de futebol, a Major League Soccer (MLS), por cerca de 200 milhões de dólares e em maio de 2021 lucrou o dobro do investimento com a venda do time. Nos negócios com certeza Flavio é um camisa 10 e diz ter sido um excelente negócio. Fui muito bem-sucedido nesse investimento” afirma o empresário.

O ex-jogador Kaka quando passou pelo ex-time de Flávio, o Orlando City

Quem comprou foi a família Wilf, donos da franquia de futebol americano Minnesota Vikings. O time da NFL, um dos mais tradicionais da liga, tem valor de mercado estimado em 2,7 bilhões de dólares, seis vezes maior do que o valor pago pela equipe de soccer.


Segundo Flavio Augusto, apesar de não ser o esporte mais popular, o futebol jogado com os pés vem crescendo 15% ao ano nos Estados Unidos.

“A venda não aconteceu apenas pelo potencial futuro do esporte, mas pelo que ele já representa em termos de mercado”, diz o empresário.

Sem planejar voltar para o fitebol, Flavio Augusto agora vai se dedicar à Wiser, holding que controla as empresas de educação Wise Up, Number One e meuSucesso. Se bem que, para ele, o esporte nunca foi um hobby. A entrada no futebol se deu por razões puramente de negócios, diz ele. Nunca se sabe quando surgirá uma outra oportunidade.


Fonte: Exame, Forbes


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