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Países e donos de empresas como Bezos da AMAZON querem dominar o espaço

Atualizado: 13 de jun. de 2021

Uma indústria avaliada em quase 360 bilhões de dólares globalmente.



Boas vindas a nova corrida maluca espacial. Estariam de olho na sobrevivência da espécie humana visto que não cuidamos bem de nossa própria casa (o planeta terra)? E/ou sabem de algum dado que ainda não é público e necessitamos de outro local para morar mais cedo do que imaginamos?


O ano de 2021 supostamente será bem agitado para o setor espacial. Este ano as primeiras missões robóticas serão lançadas à Lua com o objetivo de preparar o terreno e ser um ensaio para o Programa Artemis, que visa a permanência humana contínua em nosso satélite lunar. Além disso as missões a Marte lançadas em julho de 2020 já chegaram lá agora em fevereiro de 2021.


Há 51 anos, o homem pisou na Lua pela primeira vez. Na época, a batalha espacial era entre a União Soviética e os Estados Unidos. E quem imaginava que em 2020, a corrida ganharia outros ótica, outros integrantes e, principalmente, outros destinos. Em 1969 a briga era pela Lua. Agora, os países e empresas querem o espaço inteiro e quem sabe um dia outras gerações estejam pedindo delivery espacial por aplicativos e dispositivos que ainda nem imaginamos.


Jeff Bezos, Richard Branson e Elon Musk fizeram fortuna em outros ramos, como a indústria da música e a internet, e querem ser os primeiros empresários do mundo a dominar o espaço.


A própria NASA tem planos com prazos já bem apertados, onde um deles é enviar novos astronautas à superfície da Lua em 2024. O problema é que a agência espacial dos EUA pode não ter dinheiro suficiente para executar as missões dentro do prazo estipulado no cronograma, e já está bem definido que a ajuda de empresas privadas é mais do que bem-vinda nessa empreitada (e já consolidada). Exemplo disso é a Collins Aerospace, que revelou um traje espacial inovador para resolver alguns empecilhos do Programa Artemis.


Observação também para o detalhe de empresas privadas têm direito estabelecido por lei americana de sigilo sobre suas novidades tecnológicas e planos comerciais, ou seja, tudo que a agência espacial americana (NASA) deveria revelar para os cidadãos americanos (por envolver questões de impostos e investimentos governamentais), está protegido pelo sigilo privado. Conveniente não? Supostamente seria uma jogada ou realmente a falta de dinheiro??


Mas ok, para ajudar no lançamento de satélites e nesse projeto 2024 na lua, a NASA selecionou em 2019, 13 empresas para uma parceria em 19 novos projetos de tecnologia específicos. Entre as escolhidas estão a SpaceX (de Elon Musk) e a Blue Origin (de Jeff Bezos), e os projetos vão desde melhorias na operação de naves espaciais em altas temperaturas até a aterrissagem vertical de foguetes na Lua.


A SpaceX, já desenvolveu o projeto de foguetes de modo seguro para garantir a construção do foguete reutilizável e o sistema de espaçonaves. A empresa também já atua com o Centro Espacial Kennedy no refinamento de suas tecnologias de pouso vertical para adaptá-lo de acordo com as dificuldades que terreno lunar oferece — o regolito, a poeira e o ambiente de gravidade zero podem complicar as coisas na hora de pousar. Tudo isso para SpaceX também são testes e ensaios, pois Musk já grita a todo canto seus planos de colonizar Marte.



Já a Blue Origin, trabalha com a NASA no desenvolvimento de um sistema de navegação para “aterrissagem segura e precisa em vários locais da Lua” e em um sistema de energia baseado em célula de combustível para o módulo de pouso Blue Moon, revelado pela empresa de Bezos no início de 2019. O resultado deverá ser uma fonte de energia que pode durar toda a noite lunar, o que corresponde a duas semanas terrestres sem luz do Sol em um determinado ponto da Lua.


A corrida anda tão forte que a própria China enviou ao espaço um satélite de testes da internet 6G. O experimento tem por objetivo avaliar o desempenho do espectro terahertz, de alta frequência. Inclusive esse lançamento foi visto em novembro por várias pessoas de vários lugares da terra e até mesmo confundido com Ovnis, onde várias pessoas postaram na internet achando que eram visitantes de outros planetas. Mas que na verdade só nos revela o interesse de TODAS as nações com capital e potencial, o interesse dessa real “guerra nas estrelas” pois a China já deixou claro em 2020 que também pretende enviar um veículo a Marte.


Dois empreendimentos apoiados por bilionários americanos por exemplo – a Virgin Galactic de Richard Branson e a Blue Origin de Jeff Bezos –


também estão desenvolvendo pequenos veículos movidos a foguete com o objetivo de enviar milionários caçadores de emoções em breves viagens à atmosfera superior pensando no tão sonhado turismo espacial.

O que revela no meio de uma pandemia mundial os dois extremos mundiais: Pessoas em todos os países recebendo auxílios emergenciais financeiros para sobreviver e multimilionários fazendo filas em 2020 para poder reservar seus primeiros turistas espaciais para ver com os próprios olhos que a terra não é plana.


A Nasa anunciou em 2020 um acordo com a companhia americana Virgin Galactic, do Grupo Virgin, para privatizar os treinos de astronautas diminuindo os custos governamentais e terceirizando custos de operação com o ambiente empresarial privado.

A Virgin Galactic para quem não conhece é o braço de turismo espacial do império Virgin, do bilionário Richard Branson, que tem um projeto com a fabricante de motores Rolls-Royce para desenvolver uma aeronave capaz de viajar cerca de três vezes a velocidade do som.


Em junho, Richard Branson vendeu cerca de US$ 500 milhões em ações da Virgin Galactic enquanto a pandemia ameaçava sua companhia aérea e seu império comercial. Agora ele está avançando com seus planos em turismo espacial e pequenos satélites. O bilionário reservou uma parcela significativa do dinheiro arrecadado com a venda de ações da Virgin Galactic para investir na Virgin Orbit, uma pequena provedora de lançamentos de satélites, de acordo com uma fonte da empresa.


Para termos ideia de como essa disputa está acirrada e as coisas acontecendo MUITO RÁPIDO, somente em 2020, duas viagens espaciais já aconteceram. A primeira, realizada pela agência espacial americana Nasa em uma iniciativa inédita ao lado de uma empresa privada, a SpaceX, que levou dois astronautas à Estação Espacial Internacional no dia 30 de maio. Os americanos Bob Behnken e Doug Hurley já voltaram à terra em meio à pandemia do novo coronavírus.


Em 2018 Amazon criou ‘minifloresta’ dentro de novo escritório em Seattle. O espaço conta com internet, sala de reuniões e sistema de monitoramento para acompanhar frequência de funcionários. Que também pode ser um ensaio de logística e arborização pensando no futuro da humanidade em outros lugares viajando no espaço?? Ou seria apenas uma visão sustentável mesmo?


Para quem não sabe os os Emirados Árabes Unidos também traçam os planos ambiciosos de se tornarem uma potência além do petróleo e enviou uma espaçonave para Marte a fim de entender o clima e coletar outras informações sobre o planeta vermelho.


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As demais empresas que ajudarão em outros projetos em parcerias com a NASA incluem nomes como Lockheed Martin, Advanced Space, Vulcan Wireless, Airgel Technologies, Spirit AeroSystem, Sierra Nevada Corporation, entre outras.


Tudo isso é apenas para avançar e dominar o espaço sendo os vencedores das corridas, as novas potências? Ou teriam planos obscuros que nem imaginamos? Que o ser humano está depredando o planeta não é nenhuma novidade, a pergunta também é, ainda existem possibilidade e esperanças de arrumar “a casa”? Essas perguntas são atualmente muito difíceis de responder.


Mas o que você acha de toda essa guerra nas estrelas e o que acredita que acontecerá ainda em 2021? Comenta ai e compartilha a matéria com os fãs do espaço.


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fontes de pesquisa: techcrunch - forbes - exame - cnnbrasil - uol - bbc - revista galileu


Pesquisa e Texto escrito por:

Canal Supostamente (Tiago Magalhães)

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Boas vindas!!!