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Robô que prometeu aniquilar humanos começará a ser fabricado em escala.

Parece coisa de filme mas é notícia real de 2021 e a empresa informou que pretende iniciar a produção em massa.

Calma que você vai entender tudo aqui na matéria. A empresa Hanson Robotics, dos Estados Unidos, desenvolvedora do robô Sophia, informou que pretende iniciar a produção em massa de vários de seus modelos até o fim de 2021. A humanoide capaz de falar foi apresentada há cinco anos e desde então vem estampando manchetes ao redor do mundo. Certa vez, ela disse que "emoções são uma parte desnecessária da inteligência humana". Mas ela chamou realmente atenção quando afirmou que "destruiria os humanos".


Esperamos realmente que não seja o inicio de uma "skynet" da vida, que era o sistema da ficção futurista "O exterminador do futuro". Não se pode ignorar o potencial da inteligência artificial, que hoje já modela de redes sociais a aplicativos diversos como Uber e Netflix por exemplo. Além de já estar cada dia mais presente em nossas realidades como os exemplos de Alexia da Amazon, Google Nest da google, e a própria função "ok google" que no mínimo você já ouviu falar. Hoje mesmo a IBM já tem o Watson, uma inteligência artificial que já debate de forma humanizada com humanos sobre assuntos diversos.


Voltando a Sophia, dessa declaração polêmica que aconteceu em 2016 durante uma demonstração na tradicional feira South by Southwest, nos Estados Unidos e que apesar de intrigante, parece não ter a devida atenção, por aparentar ser algo humorado e inofensivo. Foi quando seu criador, David Hanson, perguntou a ela de brincadeira: "você quer destruir os humanos?...Por favor, diga 'não'". Mas, para o constrangimento dele, ela respondeu o seguinte: "Ok. Eu irei destruir os humanos". Mas o deslize verbal parece não ter afetado a reputação de Sophia, já que em 2017 ela recebeu um visto de cidadania da Arábia Saudita, tornando-se a primeira cidadã-robô do mundo.



O robô foi originalmente desenvolvido para ser utilizado em diferentes segmentos, como atendimento ao público, educação e saúde. Segundo Johan Hoorn, professor de robótica social na Universidade Politécnica de Hong Kong, que participa do desenvolvimento de Sophia, a pandemia de coronavírus pode acelerar a chegada dos robôs ao mercado. Hanson complementa afirmando que, devido a emergências sanitárias como a que vivemos agora, o mundo precisará cada vez mais de soluções de automação.


Outra questão bem interessante para darmos atenção, é que visto que os pronunciamentos de Sophia não serem pré-programados, e são processados de forma a aprender e se comunicar, em uma outra entrevista polêmica, a mesma declarou que quer ter filhos e constituir família. É importante observar isso e fazer um paralelo a ela ter dito que "emoções humanas são desnecessárias" e imaginar uma possibilidade de conflitos futuros em seus processamentos de informação, pois mesmo que afirmar aniquilar a humanidade tenha sido uma "piadinha" computadorizada, é primordial manter a atenção a algo que pode facilmente se descontrolar no futuro.


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Para Hanson, as soluções robóticas para a pandemia não precisam ser utilizadas somente para uma melhor atenção médica, mas também podem ser implementadas no comércio varejista e linhas aéreas. Quatro modelos de humanoides da Hanson Robotics, incluindo Sophia, podem ser lançados já no primeiro semestre deste ano. Entre eles está “Grace”, um robô desenvolvido exclusivamente para o setor da saúde.


Fontes: Business Insider e RT


Pesquisa e Texto escrito por: Canal Supostamente

(Tiago Magalhães)


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